De quem é a rede rastreada?
O Globalping tem milhares de sondas em linhas residenciais e data centers pelo mundo. A ida parte de uma sonda da sua operadora, na sua cidade quando possível, e mostra como uma rede como a sua chega ao destino. A volta parte de uma sonda perto do destino e rastreia até o seu IP. A rede local da sonda não conta.
Por que a sonda sugerida não está na minha cidade?
Muitas cidades não têm sonda da sua operadora. As operadoras diferem muito mais do que as cidades (cada uma tem seu backbone e seus links internacionais), então a mesma operadora em outra cidade fica à frente de outra operadora na sua. Toque na sonda para escolher outra.
O que significa uma cidade com ponto de interrogação?
Alguns endereços de backbone não são anunciados na tabela de rotas, então a base de dados só sabe onde o bloco está registrado (os da China Unicom Global, por exemplo, em Hong Kong). Esses lugares ganham um ponto de interrogação e uma linha tracejada no mapa, e ficam de fora quando a latência dos saltos vizinhos os descarta (a luz na fibra percorre uns 100 km por milissegundo de ida e volta).
Para onde vão as requisições?
Direto do seu navegador, nunca por um servidor do 1ms.dog: para o Globalping (as sondas e o rastreio; ele recebe o destino e, na volta, o seu IP, e mantém os resultados acessíveis pelo ID), para ipip.net, Cloudflare, ip.sb, ipinfo e GeoJS (seus IPs de saída e onde fica cada salto), PeeringDB (pontos de troca), RDAP (quem registrou um endereço) e servidores STUN públicos.
Por que um salto mostra perda se a rota não tem?
Os roteadores respondem às sondas por último, e muitas vezes nem respondem. Quando um salto deixa de responder mas todos os seguintes estão bem, esse roteador só estava ocupado; só conta a perda que dura até o fim da rota.
Como a cota é contada?
O Globalping conta pelo IP que chega até ele: 250 rastreios por hora, um por rastreio. Atrás de um proxy conta a saída do proxy, dividida por todos que a usam.